
Foram cinco dias intensos. Os voluntários do Programa CInAPCe experimentaram em primeira mão um tete-a tete com público do SBPC. Aqui ficam registradas as impressões de alguns dos voluntários.
“Divulgar e propagar o conhecimento, interagir, informar, apreender isso resume a SBPC. Trocar informações e impressões, vivenciar através de histórias e trabalhos, ou vida de outros. Trabalhar no estande do CInAPCe foi acima de tudo propagar o conhecimento e absorvê-lo. Instigar a comunidade sobre a capacidade do cérebro humana foi fantástico. Ver o brilho nos olhos de crianças e o sorriso nos lábios de pessoas da melhor idade. Todos apreendendo e ensinando. Poder recepcionar as pessoas em tema tão complexo e apaixonante foi altamente gratificante” Elvis Lira da Silva
“A 60a Reunião Anual da SBPC foi bastante interessante pela variedade de informação, eventos culturais e exposição bem atrativas. O contato com as pessoas de diversas regiões do Brasil e de fora também foi gratificante” Nayla Ananias.
“O evento foi bastante interessante e organizado. O stand do CInAPCe foi muito bom para alertar e conscientizar a população sobre os problemas relacionados à epilepsia. Também atingiu o intuito de mostrar as novas pesquisas na área de neurociências” Marcela M.B. Quirino
“Muito boa a participação do CInAPCe no SBPC, com grande interatividade com o público. A maioria das pessoas interessadas não eram da área de neurociências e nem pesquisadores, mas sim leigos que tinham parentes com doenças neurológicas, ou apenas com curiosidade sobre o funcionamento do cérebro. Nesse sentido vejo muito positivamente a nossa participação trazendo essas informações e elucidando a população que um leigo teria muito dificuldade de encontrar em outro lugar. Achei positivo também no sentido de divulgação de nosso trabalho” André Salles
“Evento muito interativo. Público participou de maneira extremamente participativa e a curiosidade sobre “os mitos e verdades sobre a epilepsia” foi muito gratificante ao nosso trabalho” Sonia Neves
“Experiência importante para divulgação do programa CInAPCe bem como informar a população sobre a epilepsia como condição neurológica tratável, esclarecer para reduzir o preconceito” Edna Marina de Souza
Até a próxima.