Terça-Feira, 07 de Setembro de 2010 Home | Fale conosco   
 
Área restrita
Usuário
Senha
Histórico   Instituições   Pesquisadores   EaSI   Pesquisas   Notícias   Eventos   Áudio-visual   Links   Fórum
: : Notícias : :
 
Kátia Amorim comenta sua apresentação no workshop
13 de junho

Por Kátia Amorim

Kátia Amorim, da USP de Ribeirão Preto, apresentou o resultado de vários estudos realizados com familiares, profissionais da educação, profissionais da saúde e, mesmo, com crianças com epilepsia, estudos os quais vêm avaliando a participação e inserção social destas últimas. Foram identificadas várias restrições no cotidiano dessas crianças, um dos elementos de restrição estando relacionado à super-proteção familiar. Aspecto significativo evidenciado refere-se à segregação (e ao forte estigma) que essas crianças acabam por sofrer em função da altíssima freqüência de participação em escolas especiais. Além disso, essa situação faz com que essas crianças acabem por não obter certificação escolar, aumentando as já reconhecidas dificuldades de emprego no futuro. Finalmente, o conjunto dos estudos indica uma baixa incidência de estigma com relação à doença, tanto pelos familiares, como pelos profissionais de saúde e da educação. Hipótese levantada é de que através de diferentes processos sociais/culturais/tecnológicos o estigma em relação à epilepsia vem se alterando na sociedade.

   
Mais notícias:
9 de setembro - Dia Latino Americano de Conscientização da Epilepsia
IV Workshop CInAPCe
Videos do III Worshop CInAPCe
VIII ENCONTRO NACIONAL DE ASSOCIAÇÕES E GRUPOS DE PACIENTES COM EPILEPSIA
Luiz Eugênio é novo membro da ABC
A epilepsia sob uma perspectiva evolucionista.
0 mapa da epilepsia no Brasil
O estigma começa na infância
O que é epilepsia?
CInAPCe: a visão dos multicentros
   
   
  Cooperação Interinstitucional de Apoio a Pesquisas sobre o Cérebro
Copyright © CInAPCe
Nort Info